Sergio Cortes reporta: H1N1 causa morte no interior de São Paulo

A gripe H1N1 tem sido motivo de muita preocupação para as autoridades nos últimos anos, principalmente em São Paulo. Isso fez com que o governo do estado mais populoso do país decidisse antecipar o início da vacinação contra a gripe este ano, já que a região metropolitana da maior cidade do Brasil apresentou aumento nos casos de H1N1. Enquanto no resto do país e nos outros municípios do estado a vacinação só será iniciada no final de abril, na capital e nas cidades mais próximas a imunização começou na primeira semana do mês. Contudo, como reporta o médico Sergio Cortes, mesmo com esse esforço por parte das autoridades, a gripe continua fazendo vítimas, já que na segunda-feira, dia 11 de abril, foi confirmado o primeiro caso de morte em decorrência do H1N1 na cidade de Americana, localizada na região de Campinas, no estado de São Paulo. Segundo a prefeitura do município, Wellington Carlos Zigarti, que tinha 34 anos e era secretário adjunto da Educação, não resistiu às complicações causadas pela gripe após ficar oito dias internado no Hospital São Lucas.

Embora a morte tenha acontecido ainda no dia 28 de março, tornando-se o primeiro caso suspeito na região de Campinas, apenas no dia 11 de abril a causa do óbito foi confirmada pelo Instituto Adolfo Lutz, informa Sergio Cortes. Wellington era secretário adjunto da Educação de Americana desde o mês de janeiro do ano passado. Mestre em ciências humanas formado em 2015, na Universidade de Sobornne, na França, ele estava noivo e não deixou filhos. O secretário apresentou os primeiros sintomas no dia 15 de março, mas apenas cinco dias depois foi internado. O Sergio Cortes noticia que o que agravou o quadro de Wellington e o levou a morte foi a Síndrome Respiratória Aguda Grave, complicação que pode acontecer em decorrência de problemas causados por qualquer tipo de gripe.

Além dessa morte causada pelo vírus da gripe H1N1 confirmada, a cidade de Americana tem outros 26 casos suspeitos da doença, inclusive com mais três óbitos. Embora o Instituto Adolfo Lutz não tenha dado uma previsão de quando serão informados os resultados, as mortes de uma mulher de 31 anos, uma criança de apenas 8 meses e um senhor de 53 anos, já estão sendo investigadas. A administração do município noticiou que já entrou em contato com a Vigilância Epidemiológica do estado para informar sobre o falecimento. Além disso, Sergio Cortes destaca que a prefeitura de Americana informou que pretende averiguar junto à Secretaria de Saúde de São Paulo se existe a necessidade e a viabilidade de, assim como aconteceu na região metropolitana da capital, a campanha de vacinação contra a gripe H1N1, que está marcada para começar na cidade apenas no último dia do mês de abril, ser antecipada.

Além desses casos em Americana, Sergio Cortes reporta que outras 14 mortes ocorridas nas cidades de Campinas, Holambra, Águas de São Pedro, Limeira e Piracicaba, todas no estado de São Paulo, estão sendo averiguadas para saber se foram causadas pela gripe H1N1. Dessa maneira, todo o estado está em alerta para possíveis casos da doença, seja com vítimas fatais ou não.
Fonte: G1

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