Estudo aponta impacto do Zika no cérebro, confirma Sergio Cortes

Nos últimos meses, comentários tem sido percorridos em torno do mosquito Aedes Aegypti. A mídia tem criado propagandas que incentivem a população a evitar criadouro de mosquitos impedindo assim sua proliferação. O Aedes Aegypti é o principal transmissor da dengue e recentemente foi descoberto que o mesmo pode transmitir além desta outras doenças graves como o Zica Vírus, causador da microcefalia em fetos no útero materno, comenta o médico Sergio Cortes. Nas últimas semanas, um estudo aumenta o nível de preocupação da população, no que se refere ao Aedes Aegypti. Divulgado no site do programa global Bem Estar, segundo este mesmo estudo brasileiro recente, o vírus da Zica é capaz de atacar células cerebrais humanas reduzindo em 40% o desenvolvimento cerebral reporta o médico Sergio Cortes.

A pesquisa divulgada pela revista “Science” foi desenvolvida com apoio de vários cientistas sendo estes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e da Universidade Federal de Campinas (UNICAMP) e “esta é responsável por trazer ainda mais informações a respeito de um vírus que a cada dia torna-se mais forte” destaca Sergio Cortes. Esta foi importante também para um acumulo de evidencias que servirão para a comprovação de que o aumento de casos de microcefalia em solo brasileiro nos últimos meses tem relação com o vírus reforçando também os resultados preliminares divulgados em inicio de março deste mesmo ano. Sergio Cortes comenta que para tal avaliação dos prováveis efeitos do Zica Vírus no cérebro humano foram usados, pelos pesquisadores, dois modelos distintos intitulados por eles como “minicérebros”. Segundo o médico, com base em reportagem, estes minicérebros contem estruturas de neurônios que representam de maneira quase que fiel o funcionamento cerebral de um ser humano contendo inclusive as “neuroesferas” que são agrupamentos de células-tronco neurais.

Os cientistas fazem uso de tal recursos, também conhecidos como “modelos complementares” com objetivo de estudar mais profundamente o desenvolvimento cerebral em fase embrionária. Um processo avançado e semelhante ao real que simulam inclusive características iniciais da neorogênese, conhecido como processo de formação de neurônios incluindo neste processo também os processos celulares e moleculares ocorridos no cérebro fetal em seus primeiros meses comenta Sergio Cortes, com base em reportagem. Ainda segundo o estudo, o vírus da Zica causou várias anomalias nas neuroesferas cerebrais causando a morte de grande parte destas ao fim de seis dias. Em teste nos minicérebros o vírus foi responsável por reduzir em 40% a área de crescimento dos organóides. Sergio Cortes ainda destaca que segundo reportagem este estudo foi realizado em 12 minicérebros o que chegou a este percentual.

Ainda segundo reportagem, com relação ao vírus da Dengue, estas não revelaram efeitos nocivos significativos sobre as células cerebrais. Os experimentos relacionados à Dengue e sua ação sobre as neuroesferas não apresentaram qualquer diferença entre aquelas que foram exportas e as que não sofreram exposição.
Desta forma, segundo reportagem, os efeitos do Zica Vírus não se evoluem em contato com outros vírus da mesma família, concluem os cientistas.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/04/zika-reduz-em-40-desenvolvimento-cerebral-segundo-estudo-brasileiro.html

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