Novas descobertas sobre a autoestima infantil, com comentários de Sergio Cortes

Crianças não tem nada de distraídas ou aéreas, até mesmo em relação a si mesmas, diz o estudioso do assunto Sergio Cortes. É isso que recentes estudos dizem quando o assunto é a autovalorização infantil, isso quer dizer a autoestima da criança. Avaliando algumas crianças de aproximadamente 5 anos de idade foi possível verificar que, de forma simples e compatível com a sua atual formação moral e psicológica da criança, que estas já possuem a capacidade crítica de associarem coisas boas ou ruins a elas.
Estes testes são realizados de forma muito simples segundo Sergio Cortes, que tem estudado o assunto mais detalhadamente. Sergio Cortes explica ainda que de acordo com as pesquisas, as crianças são submetidas a alguns objetos ou palavras, tudo muito adequado a idade delas, e depois de uma forma não tão direta são questionadas sobre como elas se comparam a estes itens; tanto os ruins quanto os bons.
Com este método foi verificado que, ao contrário do que já tinha se pensado antes, as crianças possuem sim uma capacidade de se avaliarem e que elas tem um bom senso de como são vistas e ainda mais, Sergio Cortez diz também que “elas sabem exatamente como querem ser vistas pelos outros”. Muitas pessoas têm o hábito ruim de ofender as crianças, principalmente em público, talvez até mesmo com o intuito de fazê-las se sentirem mais inclinadas a obedecerem mais. Porém o problema é que esta exposição a críticas em público é que acaba por baixar essa autoestima, e o sentimento de vergonha e inferioridade caem como um peso sobre os pequenos.
Diz ainda Sergio Cortes que, justamente essa exposição na infância a “humilhações” ou abuso de poder dos pais ou por qualquer outra pessoa supostamente superior a elas, é que trará sérias consequências a sua autovalorização na fase adulta. Mas este perigo ao ego dos nossos pequenos não poderia ser trabalhado? Sergio Cortes diz aquilo que as mamães já sabem, claro que pode. O diálogo é sempre a melhor forma de se moldar qualquer pessoa, principalmente crianças, que é justamente nessa fase onde suas formações morais e sociais estão sendo construídas.
As pessoas mais próximas a estas crianças serão sempre aquelas que mais terão condições afetivas e alguma motivação para ajudar. Os professores, por exemplo, podem trabalhar isto de forma coletiva, sempre tentando prestar auxílio naquele ponto onde a criança se encontrar mais retraída ou desmotivada. Induza-as a sempre buscarem companhias agradáveis, como aquele coleguinha que é amigo e sempre fiel nas brincadeiras, adultos mais pacientes e sempre dispostos a ouvirem, mostre a elas que elas podem sim ser tão importantes a um adulto, por exemplo, como um adulto é na vida dela. Com esse direcionamento ainda cedo, é possível que tenhamos no futuro pessoas mais amáveis e dedicadas umas com as outras, profissionais mais seguros e competentes, pois pessoas que se amam se valorizam tendem a ter sempre mais condições de mar e valorizar o próximo, repetindo assim um círculo de afeto e compreensão interminável, diz Sergio Cortes.
Fonte: Exame

 

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