Sergio Cortes aborda novo estudo sobre riscos da diabetes

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Uma tese foi apresentada recentemente debatendo a ingestão em demasia precedida por fome em período considerável, e consideravelmente crônico na idade de infância, contribui com uma porcentagem elevada para que o indivíduo seja acometido pela doença da diabetes em vida adulta. A hipótese é uma conclusão de um estudo que remonta ao ano de 1959 onde uma situação precária na China onde predominou a pobreza afetando parte da população pela fome. Esta calamidade se estendeu até o ano de 1962, onde a partir daí a economia chinesa apresentou reação no tangente ao PIB do país asiático, afirma Dr. Sergio Cortes.

Dr. Sergio Cortes menciona a análise com base em pesquisas envolvendo dados de cerca de 6.900 adultos, deste total 3.500 enfrentaram situação de fome durante a infância, seguido de condições econômicos melhores na vida adulta. Uma comparação destes com universo total daqueles examinados chegou-se a conclusão que aqueles expostos a condições de privação alimentar por partes de suas mães apresentaram um percentual acima de 50% do restante.

Embora esta análise nos estimula a crer que aquele que sofre os efeitos desta privação, estará sujeito a portar a doença na vida futura, outro estudo concluiu que os chineses que vivem em regiões de recursos mais presentes e acessíveis apresentam 46% maior chance de obter a doença do que aqueles que vivem em locais mais pobres.

Dr. Sergio Cortes aponta o autor do estudo Yingli Lu, da Universidade Jiaotong, de Xangai, com uma afirmação que consiste em relevar a circunstância de uma vida afortunada pode contribuir para uma propensão maior para se contrair a enfermidade. Indivíduos que provem de uma infância miserável onde a fome fez parte de sua vida e atingir uma padrão de vida onde se goza de uma sobre nutrição, uma alimentação nababesca demonstra que este contraste é pernicioso, passível de a diabetes afetá-lo.

Dr. Sergio Cortes traz à tona temática voltada para a explicação deste acontecimento, porque esta propensão é mais acentuada nas pessoas que sofreram de fome. Uma teoria seria de que a desnutrição na idade ainda de gestação, o feto tendo mais tempo para se alimentar e neste período da vida é que se apresenta a fase mais importante para se alimentar, de valor nutricional imprescindível, a carência de nutrientes torna deficiente seus organismos de converterem açúcar em energia. Este então quando chega à vida adulta poderá sofrer por ter uma alimentação mais abundante. Novamente Dr. Sergio Cortes cita números para evidenciar esta teoria onde no total, 11,4% dos adultos acompanhados pelo estudo tiveram diabetes, 31% eram obesos e 40% apresentavam hipertensão arterial..

Segundo um artigo publicado pela revista “Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism“, sobre este trabalho de pesquisa demonstra que não significa que vítimas de fome que passam a gozar de condições mais favoráveis serão afetadas pela diabetes, algo que se releva é uma correlação. Dr. Sergio Cortes finaliza ao citar a pediatra Ana Escobar, consultora do Bem Estar, que a ciência tem obtido diversas descobertas recentes ao relacionar o ambiente da vida intra-uterina com problemas de saúde na vida adulta.

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